A maioria das pessoas, independente da crença ou religião, acredita em anjos. Em nosso anjo da guarda, e outros que nos rodeiam para nos proteger.
E acreditam, pedem a proteção deles, sentem conforto em acreditar na ajuda deles quando estão em dificuldade.
Mas apenas lembram de falar com eles quando precisam de alguma coisa. Pensam neles apenas como seres invisíveis que estão lá, à disposição delas, e que cumprem a função que o Criador concedeu a eles, de proteger a humanidade. Nunca pararam para pensar que elas também poderiam, em troca, ajudar os anjos também.
Ããããã??? Como assim? Eles são seres de luz, não precisam da nossa ajuda. Certo? Em partes, sim. Eles não precisam que nós os ajudemos para eles, porque de fato são puros e muito mais sábios do que nós, mas... Eles certamente ficam extremamente felizes e gratos quando ajudamos o próximo. Podemos poupá-los de trabalhos com atitudes simples. Vou exemplificar.
1) Imagine uma casa onde estão três pessoas, e começa uma briga entre duas. Aí, imagine que a terceira pessoa resolve "botar mais lenha na fogueira" e alimenta a discussão. Os três anjos da guarda terão um trabalhinho "mais ou menos" para inspirar seus protegidos a pacificarem a situação, que pode ficar bem grave (isso se eles continuarem por lá... Há quem diga que se estivermos muito "rebeldes" nosso protetor pode se afastar de nós!).
Agora imagine a mesma situação, com a briga entre duas. A terceira pessoa resolve ajudar colaborando para que a discussão pare logo, ou não se torne tão destrutiva, pede calma às duas, e... De fato, a coisa se acalma. Ou seja, a terceira pessoa ajudou o anjo das três!
2) Agora, pense em fofocas num local de trabalho, o que existe muito por aí. E um grupo começa a falar mal de alguém ausente. Todos se empolgam e incentivam a maledicência. Para quem acredita, a maledicência além de não trazer benefício nenhum, ainda provoca um ambiente pesado, de energias extremamente negativas... O que vai dar um trabalhão enorme para o anjo de todo mundo ali. Porém, se num caso desse UMA pessoa apenas fizer o grupo mudar de assunto, ou mostrar o lado positivo dessa pessoa, o outro lado da situação, ou dizer algo do tipo que a pessoa deve ser uma sofredora no fundo (caso a maledicência aconteça por ser uma pessoa de difícil convivência por exemplo), ou em silêncio fazer uma pequena oração para que aquele grupo e a pessoa ausente sejam protegidas e inspiradas a terem atitudes mais nobres umas com as outras... Não importa, por menor que seja a contribuição, se teve uma intenção para o Bem... Já ajuda a melhorar a vibração daquele grupo e consequentemente do local de trabalho como um todo. Ou seja, ajudou os anjos!
3) Trabalhos voluntários, ou qualquer ato de doação de si mesmo em favor do próximo também colaboram com o bem estar do próximo, portanto, também estamos ajudando os anjos quando os fazemos!
4) Quando somos pacientes, compreensivos com os outros quando estes nos ofendem (mas claro, ninguém tem que ser submisso e permissivo) e não alimentamos uma discussão ou raiva... Também estamos ajudando os anjos.
Existem mil maneiras de colaborarmos com um ambiente melhor, para uma vida melhor para todos. Se todos fizerem uma pequena colaboração, o mundo será um lugar muito melhor para se viver... E assim, ao invés dos anjos ficarem trabalhando para apaziguar, curar feridas e mágoas dos protegidos, para socorrer aqueles que sofrem maldades... Trabalharão para inspirar cada ser humano para ser uma pessoa melhor, ajudar na evolução de todos, incentivar-nos a melhorar nossa inteligência emocional e intelectual. Não seria maravilhoso?
“Vós sois deuses” (João 10:34), “podem fazer o que eu faço e muito mais...” (João 14:12)disse Jesus. Essas passagens das escrituras sagradas mostram que todos temos o potencial de sermos pessoas melhores, para nós mesmos e para os outros. Jesus acredita em nossa boa essência. Podemos praticar a caridade, a solidariedade, a benevolência, a paz, a compaixão, o amor, o desprendimento... Tudo isso e muito mais são maneiras de colaborarmos com o Criador e com todos aqueles amigos invisíveis que ele nos enviou para nos proteger, amparar e inspirar!
Você consegue pensar em que situação pode ser um colaborador dos anjos? Se não, comece a partir de agora... E faça sua parte como integrante do mundo que te acolhe, te alimenta, te dá a oportunidade de aprender, mesmo diante de tantos desafios!
Pensamentos e reflexões sobre amor, relacionamentos, família, trabalho, etc.. Seja bem vindo! Venha, reflita comigo e volte sempre :)
quinta-feira, 14 de maio de 2015
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Foi tanto amor que... Acabou!
Existem vários motivos que podem fazer um amor aparentemente perfeito acabar. E muita gente não consegue entender, especialmente quando se dedicou, apostou e fez tudo o que estava ao alcance, talvez além do que era possível.
E o erro, vai ver, estava justamente aí: Fez demais. Fez além!
É errado se dedicar? Claro que não. Mas tem gente que não conhece os limites pra isso. Até para dedicação tem limite.
Ceder é importante, conhecer o que o outro gosta também é, companheirismo e estar ao lado é magnífico. O problema é que às vezes exagera-se na dose e perde-se a noção do equilíbrio entre ceder e se anular, entre companheirismo e simbiose. Com a desculpa de ser flexível, a pessoa acaba é se anulando mesmo. Para de enxergar a si mesmo e só foca no outro. Pensa no que o outro gosta, pensa em agradar, pensa em não desagradar, enfim. Jura que não, mas acaba vivendo a vida do outro...
Talvez ela tenha parado de correr no parque no fim de semana, já que ele era mais sedentário, para ficar mais perto dele. Talvez ela tenha parado de encontrar as amigas pelo mesmo motivo. Mas ela não consegue perceber que andar no parque a fazia ficar mais relaxada e com mais vitalidade, que encontrar as amigas a deixava com vários assuntos a comentar depois... Coisas que faziam dela uma pessoa tão alegre... Que o encantava!
Talvez ele tenha largado o futebol e parado de ler os livros que gostava para ficar mais tempo com ela. E não 'se liga' que os benefícios que ele tinha (como ter mais disposição e saúde pela atividade física, e mais 'mente aberta' pela leitura) eram estendidos a ela... Que tinha tanto prazer em estar com ele também por isso!
Mas durante muito tempo nos fizeram acreditar que bonito era isso: Virar 'um só'. Fazer tuuuudo junto. Ficar as 24 horas do dia lado a lado. Felizmente, hoje existe uma maior consciência da importância da individualidade.
Os casais, antes de começarem a namorar, se encantam é um com o outro. E mesmo quando é algo que começa puramente físico, o relacionamento só continua se houver alguma afinidade, admiração etc... E aí está o início de tudo. Um gosta do outro pelo que a pessoa é... E antes de ficarem juntos, sem um ao outro, eram 'inteiros'. Mas passam a ficar juntos e viram 'um só ser'... Lindo isso, não? Só na velha teoria!
O problema é que, nessa de virar 'um só ser', deixam de ser os inteiros que se admiravam. Se o casal vira "uma coisa só", quando se olham, acabam se sentindo perdidos, não sabendo quem é quem, e pior de tudo, mal têm consciência de quem são! E... Onde está aquela pessoa por quem se apaixonou? A partir do momento em que ela se 'funde' na relação... Deixa de existir! E aí começa aquilo que vai virar o fim...
quarta-feira, 29 de abril de 2015
'Esteja feliz com você antes de querer ser feliz com alguém" - o outro lado!
"Antes de ser feliz com alguém, você tem que aprender a ser feliz com você mesmo(a)."
"Complete-se antes de querer que alguém que te complete."
Frases como essas todos conhecem, e são verdadeiras. Quem não é feliz consigo mesmo, não consegue ser feliz com nada nem com ninguém. Enfim, textos e teoria a respeito disso não faltam por aí, tanto que esse texto fala do outro lado de interpretar essa frase...
Há pessoas que, por medo de se relacionarem, ou de tanto ouvirem essas teorias, acabam optando pelo isolamento, de maneira até inconsciente. É preciso ter cuidado ao aplicar essas sábias frases em nossas vidas. Pode-se chegar à conclusão, até sem querer, que estar sozinho(a) é melhor do que estar acompanhado!
Se for analisar a fundo, existem pessoas que possuem traumas, conflitos, problemas com elas mesmas que elas podem vir a carregar uma vida inteira... E aí, vai ficar sozinha para sempre caso isso aconteça? Dessa maneira, muita gente acaba “se fechando”.
Infelizmente, tem gente que usa essas frases para reforçar um comportamento que consiste em simplesmente se recusar a se relacionar. Distorcem a mensagem positiva que possuem, e usam como desculpa até inconsciente para ficarem sozinhas.
É errado querer ser sozinho? Claro que não. Há quem até reforce a teoria de que a maioria busca se relacionar com alguém porque no fundo ninguém se suporta, então não aguentariam viver apenas na própria companhia. Mas quem quer ser sozinho por opção não usaria as frases acima, afinal, elas não descartam a busca por uma pessoa para amar, concordam?
E lembre-se: A vida de uma pessoa, para ser gerada, precisa de duas. É um recado da vida que deixa claro que não fomos feito para ficarmos sozinhos!
"Complete-se antes de querer que alguém que te complete."
Frases como essas todos conhecem, e são verdadeiras. Quem não é feliz consigo mesmo, não consegue ser feliz com nada nem com ninguém. Enfim, textos e teoria a respeito disso não faltam por aí, tanto que esse texto fala do outro lado de interpretar essa frase...
Há pessoas que, por medo de se relacionarem, ou de tanto ouvirem essas teorias, acabam optando pelo isolamento, de maneira até inconsciente. É preciso ter cuidado ao aplicar essas sábias frases em nossas vidas. Pode-se chegar à conclusão, até sem querer, que estar sozinho(a) é melhor do que estar acompanhado!
Se for analisar a fundo, existem pessoas que possuem traumas, conflitos, problemas com elas mesmas que elas podem vir a carregar uma vida inteira... E aí, vai ficar sozinha para sempre caso isso aconteça? Dessa maneira, muita gente acaba “se fechando”.
Infelizmente, tem gente que usa essas frases para reforçar um comportamento que consiste em simplesmente se recusar a se relacionar. Distorcem a mensagem positiva que possuem, e usam como desculpa até inconsciente para ficarem sozinhas.
É errado querer ser sozinho? Claro que não. Há quem até reforce a teoria de que a maioria busca se relacionar com alguém porque no fundo ninguém se suporta, então não aguentariam viver apenas na própria companhia. Mas quem quer ser sozinho por opção não usaria as frases acima, afinal, elas não descartam a busca por uma pessoa para amar, concordam?
E lembre-se: A vida de uma pessoa, para ser gerada, precisa de duas. É um recado da vida que deixa claro que não fomos feito para ficarmos sozinhos!
sábado, 11 de abril de 2015
Você sabe o que é "sentir falta de problemas"?
É estranho para muita gente... Mas acontece.
Há quem não aguente mais determinada situação, que não vê a hora de se livrar de um problema, de encontrar uma saída, de sentir paz, de ver tudo resolvido. Que pode ter passado meses ou até anos tão mergulhado em problemas que, quando resolve... Sente que algo está faltando. Talvez essa sensação seja até maior do que o alívio da resolução, ou ainda, substitua a alegria que deveria ser sentida!
Por que isso acontece? De onde pode ter vindo?
Se é uma sensação momentânea, e que depois dá lugar à paz e à serenidade, tudo bem, pode ser até natural. Se não... A pessoa não é "louca", e muito menos ela quer ter problemas, ela mesma não entende porque tem essa sensação. Eu vejo duas possibilidades:
-Há quem tenha ficado tanto tempo "submerso" numa situação que de repente "perde o rumo", fica sem saber o que fazer quando o problema acaba. Isso é típico de quem, por exemplo, passa anos cuidando de uma pessoa enferma, não sai do lado dela. E quando o enfermo "parte para o outro lado", essa pessoa se sente perdida. Mas a vida é sábia, sempre irá trazer novas razões para essa pessoa viver se ela deixar e não se sabotar. Neste exemplo citado, essa pessoa pode sentir , inconscientemente até, algo do tipo "como vou buscar alegria e ser feliz se meu pai/minha mãe/meu marido morreu? Não tenho direito...", porque muitos de nós somos criados para lidar com a morte de uma maneira negativa e mórbida, sendo que ela muitas vezes é uma libertação especialmente para quem partiu. Mas, enfim. Este é apenas um exemplo entre tantos, e o importante é se dar conta de que o problema acabou e nossa vida continua, e é preciso encontrar uma nova razão para continuarmos vivendo. Acredito que enquanto estamos vivos, temos algo a fazer pela vida que é sábia e irá nos tirar daqui quando tivermos cumprido nossa missão.
-Mas há também uma outra situação ainda mais complexa, mais difícil de ser percebida, e infelizmente muito mais comum do que se pensa. Há pessoas que quando dão um passo à frente, quando se libertam de algo desagradável, se dão conta de que o problema acabou e 'estranham'. Ficam se perguntando se o problema se resolveu mesmo. Ficam olhando à volta para ver se realmente não há nada para se preocuparem, e quando percebem que o problema realmente acabou... Sentem-se desconfortáveis. E não é pelo hábito do problema ou pela falta de rumo dali pra frente, mas porque elas simplesmente não se sentem merecedoras de paz e alegria em suas vidas. No plano racional, pode até ser que elas se vejam como pessoas de valor, mas no plano inconsciente, no plano dos sentimentos, da vivência dentro delas mesmas, isso não acontece. E sem saberem, o inconsciente delas diz coisas do tipo: "Eu, feliz? Imagine, não sou bom(a) o suficiente para isso". "Não mereço ser feliz." "Não sou digno de paz e alegria porque cometi um erro horrível no passado."
E vivenciando tão negativamente, sem perceberem... Acabam se sabotando. Afastam boas oportunidades, atraem situações desagradáveis. A maioria delas além de não se darem conta disso, carregam culpas e traumas do passado que geram toda uma falta de amor a si mesmas e a sensação de "não merecimento". Elas podem:
-Terem vivido uma situação desagradável enquanto ainda eram um bebê em formação ou na infância da qual nem se lembram.
-Silenciar para si mesmas e fazerem questão de não pensarem em situações das quais se arrependeram.
-Terem passado por algo que o inconsciente faz com que determinada situação seja esquecida ou de importância minimizada como estratégia de proteção, e a pessoa tem a falsa sensação de que aquilo não foi importante ou não "marcou".
Seja como for. A vida traz problemas, sim, mas quando traz paz... Vamos aproveitar, vamos concentrar nossas energias nisso, tal como fazemos diante de problemas!
Se você tem essa sensação de que "falta alguma coisa" quando um problema se resolve ou quando a paz se instala... Procure perceber "de onde vem". e... Aprenda a desfrutar dessa paz e fase tranquila da qual você sem dúvida é merecedor(a)!!!
Há quem não aguente mais determinada situação, que não vê a hora de se livrar de um problema, de encontrar uma saída, de sentir paz, de ver tudo resolvido. Que pode ter passado meses ou até anos tão mergulhado em problemas que, quando resolve... Sente que algo está faltando. Talvez essa sensação seja até maior do que o alívio da resolução, ou ainda, substitua a alegria que deveria ser sentida!
Por que isso acontece? De onde pode ter vindo?
Se é uma sensação momentânea, e que depois dá lugar à paz e à serenidade, tudo bem, pode ser até natural. Se não... A pessoa não é "louca", e muito menos ela quer ter problemas, ela mesma não entende porque tem essa sensação. Eu vejo duas possibilidades:
-Há quem tenha ficado tanto tempo "submerso" numa situação que de repente "perde o rumo", fica sem saber o que fazer quando o problema acaba. Isso é típico de quem, por exemplo, passa anos cuidando de uma pessoa enferma, não sai do lado dela. E quando o enfermo "parte para o outro lado", essa pessoa se sente perdida. Mas a vida é sábia, sempre irá trazer novas razões para essa pessoa viver se ela deixar e não se sabotar. Neste exemplo citado, essa pessoa pode sentir , inconscientemente até, algo do tipo "como vou buscar alegria e ser feliz se meu pai/minha mãe/meu marido morreu? Não tenho direito...", porque muitos de nós somos criados para lidar com a morte de uma maneira negativa e mórbida, sendo que ela muitas vezes é uma libertação especialmente para quem partiu. Mas, enfim. Este é apenas um exemplo entre tantos, e o importante é se dar conta de que o problema acabou e nossa vida continua, e é preciso encontrar uma nova razão para continuarmos vivendo. Acredito que enquanto estamos vivos, temos algo a fazer pela vida que é sábia e irá nos tirar daqui quando tivermos cumprido nossa missão.
-Mas há também uma outra situação ainda mais complexa, mais difícil de ser percebida, e infelizmente muito mais comum do que se pensa. Há pessoas que quando dão um passo à frente, quando se libertam de algo desagradável, se dão conta de que o problema acabou e 'estranham'. Ficam se perguntando se o problema se resolveu mesmo. Ficam olhando à volta para ver se realmente não há nada para se preocuparem, e quando percebem que o problema realmente acabou... Sentem-se desconfortáveis. E não é pelo hábito do problema ou pela falta de rumo dali pra frente, mas porque elas simplesmente não se sentem merecedoras de paz e alegria em suas vidas. No plano racional, pode até ser que elas se vejam como pessoas de valor, mas no plano inconsciente, no plano dos sentimentos, da vivência dentro delas mesmas, isso não acontece. E sem saberem, o inconsciente delas diz coisas do tipo: "Eu, feliz? Imagine, não sou bom(a) o suficiente para isso". "Não mereço ser feliz." "Não sou digno de paz e alegria porque cometi um erro horrível no passado."
E vivenciando tão negativamente, sem perceberem... Acabam se sabotando. Afastam boas oportunidades, atraem situações desagradáveis. A maioria delas além de não se darem conta disso, carregam culpas e traumas do passado que geram toda uma falta de amor a si mesmas e a sensação de "não merecimento". Elas podem:
-Terem vivido uma situação desagradável enquanto ainda eram um bebê em formação ou na infância da qual nem se lembram.
-Silenciar para si mesmas e fazerem questão de não pensarem em situações das quais se arrependeram.
-Terem passado por algo que o inconsciente faz com que determinada situação seja esquecida ou de importância minimizada como estratégia de proteção, e a pessoa tem a falsa sensação de que aquilo não foi importante ou não "marcou".
Seja como for. A vida traz problemas, sim, mas quando traz paz... Vamos aproveitar, vamos concentrar nossas energias nisso, tal como fazemos diante de problemas!
Se você tem essa sensação de que "falta alguma coisa" quando um problema se resolve ou quando a paz se instala... Procure perceber "de onde vem". e... Aprenda a desfrutar dessa paz e fase tranquila da qual você sem dúvida é merecedor(a)!!!
quarta-feira, 8 de abril de 2015
"Sentimentos viram doenças" - O perigo da má interpretação
Existem vários estudos que mostram que sentimentos viram doenças que podem até matar. Raiva pode desencadear um câncer. Mania de perfeição pode causar enxaqueca. Medo de perdas pode levar ao excesso de peso. E por aí vai.
Eu até acredito que isto possa ter um fundamento. Mas vejo dois grandes perigos que cercam essa teoria para quem a estuda e nela acredita:
-A pessoa pode passar a reprimir o que sente, o que pode ser tão maléfico quanto se permitir sentir. Reprimir o que se sente só serve para protelar, porque mais cedo ou mais tarde os sentimentos ou seus efeitos virão à tona. É muito mais sábio assumir e trabalhá-los, até porque somos humanos e somos suscetíveis a eles.
-Pode haver uma confusão entre emoção e sentimento. A emoção da raiva, por exemplo, pode se manifestar de uma maneira aguda, num momento onde deixamos cair um objeto que quebra, ou quando somos aborrecidos com uma 'fechada' que levamos no trânsito, etc... Ficamos alterados na hora, xingamos, o peito queima, mas é apenas emoção momentânea, e passa. Agora, o sentimento de raiva é outra coisa. É aquele que permanece em nós, latente, 'devagar e sempre'. Esse, sim, é destrutivo. Ainda falando sobre emoção e sentimento... Vamos pensar na emoção da tristeza. Imagine que você vê um filme triste que te faz até chorar. O filme te 'toca', te deixa realmente emocionado, você chora, fica ofegante. Mas passado o filme, se recupera e pronto. Agora, imagine uma situação na sua vida que te deixou com uma tristeza grande. Não necessariamente como a do filme que te deixa ofegante e choroso, mas faz você pensar o tempo todo nisso, e isso permanece... Esse é o sentimento de tristeza, que pode te levar à destruição de si mesmo.
Uma emoção passageira não deve gerar grandes males, portanto, não precisa ficar com medo de ficar doente porque sente raiva no trânsito... Certo?
Eu acredito também que o que realmente "mata" uma pessoa não são os sentimentos, e sim, os pensamentos que ela tem. São os pensamentos que alimentam os sentimentos. Creio que as pessoas aproveitariam muito melhor esse ensinamento se o foco do assunto fosse os pensamentos, e não os sentimentos. Até porque os sentimentos por menos nobres que sejam são nossos grandes aliados se soubermos acolhê-los com amor e aceitação, entendendo-os como um indicador de nós mesmos. São eles que indicam onde precisamos melhorar, o que temos que trabalhar dentro de nós. Ninguém deveria se sentir culpado ou ser hostilizado pelo que sente. Mas todos deveriam vigiar os pensamentos...
"Não pode ter raiva, é 'feio' e desagrada a Deus..." "Sentir inveja é um pecado..." Esqueça esses paradigmas. Assuma o que sente, não tenha vergonha disso... E você não precisa falar para ninguém, para quê se expor a quem não interessa? Assumindo para si mesmo já é o suficiente.
Quando buscamos mudar uma maneira de pensar, quando escolhemos um novo padrão de pensamento... Aos poucos, bem aos poucos, e temos que ter muita paciência com isso porque é um processo demorado... Começamos a vivenciar dentro de nós mesmos, e passamos a ter sentimentos melhores.
Portanto, não acredito que são os sentimentos que geram as doenças, mas sim os pensamentos. Eu compararia os pensamentos com um revólver. Ele não mata, o que mata é a bala (o que comparo com os sentimentos), que só é acionada pelo revólver, ou seja, pelo pensamento.
Para quem acredita em Deus, creio que Ele reconhece o esforço de Seus filhos de se tornarem pessoas melhores. E ele abençoa esse esforço, quem sabe até os poupando das doenças que teriam se não procurassem a reforma íntima buscando-a através da mudança de pensamentos... Por que não?
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Eu até acredito que isto possa ter um fundamento. Mas vejo dois grandes perigos que cercam essa teoria para quem a estuda e nela acredita:
-A pessoa pode passar a reprimir o que sente, o que pode ser tão maléfico quanto se permitir sentir. Reprimir o que se sente só serve para protelar, porque mais cedo ou mais tarde os sentimentos ou seus efeitos virão à tona. É muito mais sábio assumir e trabalhá-los, até porque somos humanos e somos suscetíveis a eles.
-Pode haver uma confusão entre emoção e sentimento. A emoção da raiva, por exemplo, pode se manifestar de uma maneira aguda, num momento onde deixamos cair um objeto que quebra, ou quando somos aborrecidos com uma 'fechada' que levamos no trânsito, etc... Ficamos alterados na hora, xingamos, o peito queima, mas é apenas emoção momentânea, e passa. Agora, o sentimento de raiva é outra coisa. É aquele que permanece em nós, latente, 'devagar e sempre'. Esse, sim, é destrutivo. Ainda falando sobre emoção e sentimento... Vamos pensar na emoção da tristeza. Imagine que você vê um filme triste que te faz até chorar. O filme te 'toca', te deixa realmente emocionado, você chora, fica ofegante. Mas passado o filme, se recupera e pronto. Agora, imagine uma situação na sua vida que te deixou com uma tristeza grande. Não necessariamente como a do filme que te deixa ofegante e choroso, mas faz você pensar o tempo todo nisso, e isso permanece... Esse é o sentimento de tristeza, que pode te levar à destruição de si mesmo.
Uma emoção passageira não deve gerar grandes males, portanto, não precisa ficar com medo de ficar doente porque sente raiva no trânsito... Certo?
Eu acredito também que o que realmente "mata" uma pessoa não são os sentimentos, e sim, os pensamentos que ela tem. São os pensamentos que alimentam os sentimentos. Creio que as pessoas aproveitariam muito melhor esse ensinamento se o foco do assunto fosse os pensamentos, e não os sentimentos. Até porque os sentimentos por menos nobres que sejam são nossos grandes aliados se soubermos acolhê-los com amor e aceitação, entendendo-os como um indicador de nós mesmos. São eles que indicam onde precisamos melhorar, o que temos que trabalhar dentro de nós. Ninguém deveria se sentir culpado ou ser hostilizado pelo que sente. Mas todos deveriam vigiar os pensamentos...
"Não pode ter raiva, é 'feio' e desagrada a Deus..." "Sentir inveja é um pecado..." Esqueça esses paradigmas. Assuma o que sente, não tenha vergonha disso... E você não precisa falar para ninguém, para quê se expor a quem não interessa? Assumindo para si mesmo já é o suficiente.
Quando buscamos mudar uma maneira de pensar, quando escolhemos um novo padrão de pensamento... Aos poucos, bem aos poucos, e temos que ter muita paciência com isso porque é um processo demorado... Começamos a vivenciar dentro de nós mesmos, e passamos a ter sentimentos melhores.
Portanto, não acredito que são os sentimentos que geram as doenças, mas sim os pensamentos. Eu compararia os pensamentos com um revólver. Ele não mata, o que mata é a bala (o que comparo com os sentimentos), que só é acionada pelo revólver, ou seja, pelo pensamento.
Para quem acredita em Deus, creio que Ele reconhece o esforço de Seus filhos de se tornarem pessoas melhores. E ele abençoa esse esforço, quem sabe até os poupando das doenças que teriam se não procurassem a reforma íntima buscando-a através da mudança de pensamentos... Por que não?
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segunda-feira, 30 de março de 2015
Aprenda a falar quando se sente magoado(a)!
Chega um dia em que alguém que você estima fala ou faz algo que te desagrada. Aquilo te dói, mas você resolve se calar para evitar uma briga, para não magoar a outra pessoa, ou porque realmente tem dificuldade de se expor, ou porque sabe que a outra pessoa é geniosa e não vai aceitar, ou para não correr o risco de sofrer rejeição (aí pode até ter raízes profundas como baixa auto estima por exemplo)... Seja qual for o motivo, prefere guardar para você.
Quando você resolve tomar essa posição, quem acaba magoado é você mesmo. Especialmente quando você realmente foi ferido(a), sabe que não se trata de simples diferença de opinião, mas de ofensa mesmo - e das 'duras', especialmente quando você sabe que foi ofendido(a) injustamente. E fica lá, "curtindo a fossa", a mágoa, e dói. E como dói, não é mesmo?
Se você tem esse jeito de ser, há algo que você precisa saber: Muitas vezes dói mais o seu próprio silêncio, o sentimento de mágoa, do que a ofensa em si! Pode até ser que se você falar para seu ofensor como se sente, independente dele concordar ou não, pare de doer, pelo simples fato de você ter "colocado pra fora". E às vezes você pode se surpreender. Talvez você tenha tanto medo de se expor, mas quando o faz, a pessoa pode reagir de uma maneira totalmente surpreendente, e de maneira positiva. Pense também que a outra pessoa pode nem imaginar que te ofendeu, ou até esqueceu do que fez para você porque para ela foi algo até insignificante.
E se realmente você toma coragem, resolve falar e ainda "toma uma invertida" da outra pessoa? É disso que você tem medo? Então vá lá e enfrente. É uma excelente oportunidade de você perceber como a outra pessoa é realmente, de descobrir se ela realmente merece sua consideração e o carinho que você tem por ela.
Dê a chance da outra pessoa saber que você é um ser humano normal, que se ofende de vez em quando, você não está aqui para ser "perfeito"! E dê-se a chance de saber como é a outra pessoa. Temos que ser amados por aquilo que somos, não por aquilo que queremos transparecer que somos, bem como, temos que amar as pessoas como elas são - e falar claramente sobre aquilo que nos desapontou é uma excelente oportunidade para isso.
Lembre-se também que pode ser muito menos trabalhoso falar logo aquilo que te incomodou do que deixar virar uma "bola de neve", até um dia em que a mágoa guardada vire uma doença como uma gastrite, ou ainda, faça você "despejar" a mágoa de uma vez de tanto acumular por tanto tempo dentro de você... E acaba fazendo isso num momento "nada a ver", numa ocasião totalmente imprópria.
Mas claro, a regra é básica: O que "pesa" mais não vai ser O QUE você fala, mas sim, COMO você fala... Mostre ao ofensor o seu desapontamento da mesmíssima maneira como você gostaria que ele fizesse o mesmo: Com calma, respeito e consideração, sem agressão verbal, ironias ou "afins".
Nunca é tarde para você aprender a se posicionar, portanto, vá em frente. ;-)
quarta-feira, 11 de março de 2015
"Só sofrendo se aprende..."
O sofrimento traz aprendizado? Sem dúvida!
Mas percebo que há pessoas que acabaram levando a filosofia do "sofrer e aprender" tão a sério que simplesmente acabam num verdadeiro "culto ao sofrimento". Teoricamente ninguém gosta de sofrer, mas vejo gente que na prática cultiva isso!
Aos olhos de alguns, é "nobre" e "bonito" sofrer... Parece trazer uma "grandeza de alma", a pessoa se sente "nobre e realizada" por sofrer com resignação. Parece que quem não sofre e é feliz "não vai merecer o céu".
Lógico que sofrer é inevitável em algum momento. Muitas vezes será impossível evitá-lo ou impedi-lo. Claro que tiraremos preciosas lições dele. Mas... Precisa cultuar o sofrimento?
Há quem faça questão de sofrer e de se auto flagelar porque toma como referência alguns mártires que sofreram... Mas isso pode não passar de uma simples projeção. Na ânsia de se sentir melhor como pessoa, ou de alcançar a paz, prestígio moral ou bondade de um modelo, a pessoa até inconscientemente opta por viver parte do que ela viveu para se sentir mais "igual" a ela. E isso pode ser vivenciado através de um sofrimento com resignação. Pode parecer loucura, pode ser estranho... Mas isso acontece. E muito!
Infelizmente, várias religiões pregam isso também... Que o sofrimento engrandece. Ou ainda, pode até ser que os templos ensinem simplesmente que o sofrimento traz aprendizado sem exatamente "cultuá-lo", mas as pessoas não entendem e levam "ao pé da letra".
Há também aqueles que racionalmente não querem sofrer, mas emocionalmente, sem ter consciência disso, não se sentem dignos de ter alegria de viver, se culpam, não se amam... E acabam tendo pensamentos e atitudes destrutivas, e sofrem muito mais do que o necessário. Não deixa de ser um culto ao sofrimento também.
Sofrendo TAMBÉM se aprende. Mas não é só assim! Lembrem-se também que estamos na chamada Nova Era. Já está mais do que na hora de aprendermos pela observação, pela fé, pelo amor... Não apenas pela dor!
Mas percebo que há pessoas que acabaram levando a filosofia do "sofrer e aprender" tão a sério que simplesmente acabam num verdadeiro "culto ao sofrimento". Teoricamente ninguém gosta de sofrer, mas vejo gente que na prática cultiva isso!
Aos olhos de alguns, é "nobre" e "bonito" sofrer... Parece trazer uma "grandeza de alma", a pessoa se sente "nobre e realizada" por sofrer com resignação. Parece que quem não sofre e é feliz "não vai merecer o céu".
Lógico que sofrer é inevitável em algum momento. Muitas vezes será impossível evitá-lo ou impedi-lo. Claro que tiraremos preciosas lições dele. Mas... Precisa cultuar o sofrimento?
Há quem faça questão de sofrer e de se auto flagelar porque toma como referência alguns mártires que sofreram... Mas isso pode não passar de uma simples projeção. Na ânsia de se sentir melhor como pessoa, ou de alcançar a paz, prestígio moral ou bondade de um modelo, a pessoa até inconscientemente opta por viver parte do que ela viveu para se sentir mais "igual" a ela. E isso pode ser vivenciado através de um sofrimento com resignação. Pode parecer loucura, pode ser estranho... Mas isso acontece. E muito!
Infelizmente, várias religiões pregam isso também... Que o sofrimento engrandece. Ou ainda, pode até ser que os templos ensinem simplesmente que o sofrimento traz aprendizado sem exatamente "cultuá-lo", mas as pessoas não entendem e levam "ao pé da letra".
Há também aqueles que racionalmente não querem sofrer, mas emocionalmente, sem ter consciência disso, não se sentem dignos de ter alegria de viver, se culpam, não se amam... E acabam tendo pensamentos e atitudes destrutivas, e sofrem muito mais do que o necessário. Não deixa de ser um culto ao sofrimento também.
Sofrendo TAMBÉM se aprende. Mas não é só assim! Lembrem-se também que estamos na chamada Nova Era. Já está mais do que na hora de aprendermos pela observação, pela fé, pelo amor... Não apenas pela dor!
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