quinta-feira, 12 de junho de 2014

Se eu pudesse voltar atrás e fazer diferente...

“Se eu pudesse voltar atrás e fazer diferente...”

...Não pode. E você sabe disso. Então, para que sofrer pelo que não pode ser mudado?

Quantos de nós ficamos remoendo o que fizemos no passado e não deu certo. Pense que o que você fez na ocasião era o que você sabia, provavelmente o melhor que podia fazer, dentro daquilo que você tinha conhecimento, ou de acordo com o que seu coração pediu. Prova
velmente teve dúvidas do caminho a seguir, não sabia ao certo o que fazer e teve que tomar uma atitude sem ter certeza... Ou sabia o que fazer, fez o que queria, mas desconhecia que não era o melhor a ser feito.

E quantos de nós ainda falaremos isso daqui a um tempo com as atitudes que temos hoje. Por isso sempre digo que, na dúvida, faça aquilo que você acha certo, mesmo que não seja aquilo que você queira fazer. E esteja ciente de que pode dar certo ou errado, confie em si mesmo. É uma maneira de lá na frente, se descobrir que errou, ao menos se consolar sabendo que fez o melhor que podia. E se perder, não perca a lição. Por isso, procure desde agora abolir a frase “se eu pudesse voltar atrás”. Esta é uma frase destrutiva, prefira trocá-la por “aprendi e daqui para frente farei diferente”. O passado você não pode mudar, mas podemos colaborar com o presente e com o futuro.

A vida é para isso mesmo, para aprendermos, acertando na primeira ou tendo que errar algumas vezes... E evoluir a cada erro e acerto.

E lembre-se: Jamais cometa um erro justificando outro, nem desconte em ninguém suas frustrações causadas pelos erros que cometeu (ou acha que cometeu) no passado.

Lembre-se também que o que você acha que fez de errado numa situação passada, pode não ser na situação presente, principalmente se você estiver lidando com outras circunstâncias e pessoas... Talvez você tenha tido as atitudes certas, mas com a circunstância/pessoa não adequada. E nem sempre temos como saber se são adequadas...

Não podemos também nos esquecer que o conceito de “certo” ou “errado” é muitíssimo relativo.

Pense nisso!

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